Como o atendimento do Brasil Antenado trocou a maior parte do call center por agentes de IA em WhatsApp, RCS e SMS — e economizou R$ 150 milhões em um ano.
O programa atende milhões de cidadãos por mês, em todo o país. Antes, isso exigia mais de 2.000 posições de atendimento humano. O volume crescia mais rápido do que o orçamento do call center.
Atendimento agêntico em canais de mensagem, com agentes de IA que leem o áudio e a imagem enviados pelo cidadão e qualificam o caso sozinhos. O time humano ficou com os casos de exceção.
Cidadãos que procuram o programa por conta própria e recebem resposta imediata, a qualquer hora.
Contatos ativos de comunicação, orientação e acompanhamento, distribuídos entre os três canais.
Conversas iniciadas por mês nos três canais, com a mesma regra de atendimento aplicada em todos.
Posições de atendimento humano sustentavam todo o contato com o cidadão, com custo e capacidade limitados pela escala do call center.
Redução do atendimento humano em três meses de operação, com o time restante concentrado nos casos de exceção.
O cidadão manda o que tem à mão: um áudio, a foto do equipamento, uma mensagem curta. O agente precisa entender os três.
Conduzem a conversa do início ao desfecho, com linguagem simples e a mesma regra aplicada nos três canais.
Mensagens de voz do WhatsApp são transcritas e tratadas como texto — quem prefere falar não fica sem atendimento.
Fotos enviadas pelo cidadão são lidas por IA para qualificar o caso e encurtar a conversa até a solução.
O Goatable orquestra a operação nos três canais de mensagem e dispara os contatos ativos; os CX Agents conduzem a conversa com leitura de áudio e imagem; o Macro Insights acompanha volume, desfecho e custo por atendimento.
Mostramos o desenho da operação, os canais envolvidos e a projeção de custo por atendimento para o seu cenário.